Mariah Carey no BRASIL: "O" Show!

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Bom, continuando de onde parei no outro post, vou falar um pouco da Festa do Peão de Barretos e o show da Tia Mimi em si.



Dentro do busão 3 da Recriare, o clima era de festa e descontração! Toda a galera brincando, interagindo, conversando, se conhecendo... Todo mundo ligadão e ainda em êxtase e com grandes expectativas pro show.

Chegamos em Barretos por volta das 17h e, daí em diante, foi entrar na famigerada "fila" VIP. Fila essa na qual ficamos em pé até 1h da madrugada, quando as porteiras foram abertas.

Aqui começou a sessão bizarrice: ninguém sabia direito onde era a fila, cada hora ela mudava de lugar... Alguém dizia: "A fila agora é aqui" e lá corria cerca de 2.000 pessoas pra aquele ponto, até que outra pessoa aparecia dizendo a mesma coisa e tudo se repetia... Era uma fila itinerante! Era um tal de polícia passando de cavalo quase atropelando o sujeito, cheiro de bosta pra todo lado, empurra-empurra, "encoxamento", trio elétrico, bois, travecos... Tudo isso num mesmo lugar! Um verdadeiro samba do crioulo doido hauhaua
E o povo berrava: "Organização!", "Piranha!"  (??) e era gente furando fila... Tudo muito louco! E em meio a tudo isso, os fãs se uniam ainda mais... Nossa, quantas pessoas legais eu conheci nessa "fila"!

Depois de muito bafafá e correria, entramos no estádio (parecendo uma boiada, segundo a galera que observava de cima das arquibancadas) e cerca de 20 minutos depois o show era anunciado com toda a pompa e circunstancia através de um show belíssimo de fogos de artifício.






















E eis que Mariah entra no palco ao som de Butterfly, do álbum homônimo de 1997. Foi tamanha a comoção que me arrisco a dizer que cerca de 70% daquelas quase 40 mil pessoas ali reunidas choravam emocionadas. Eu não chorei, mas confesso que fiquei extremamente emocionado. Não sei, era uma espécie de sonho se realizando: eu não podia morrer sem ver aquela mulher cantando gente... Sério!

Ela era tudo o que esperávamos e mais um pouco: linda de morrer, simpaticíssima, amável com todos os fãs... Uma verdadeira princesa! E foi nos encantando durante toda a noite com aquele charme natural de uma estrela daquele porte. Uma verdadeira D-I-V-A!

Começou com a abrasileirada Daydream (Interlude), e passou direto pras elétricas Shake It Off e Touch My Body, dois grandes sucessos dela no Brasil, levndo o público que cantava junto à loucura! Passada a euforia, foi a vez da romântica My All - sucesso absoluto no Brasil - levar os casais apaixonados (em sua maioria gay...) à loucura! Aliás, vale destacar que o show parecia "a" parada Gay! hauhauhua

Depois da troca de roupas, ela veio com aquela que é minha musica preferida: Always Be My Baby! Meu coração quase saiu pela boca! Eu não cantava, eu berrava emocionado! E logo depois veio It's Like That... T-U-D-O! Mariah, então, anunciava surpresa a próxima música, escolhida pelos fãs brasileiros no Twitter, a consagrada I Still Believe, que fazia anos que ela não cantava. Foi um presentão para os fãs brasileiros. Seguiram-se Make It Happen e a versão medley de Heartbreaker/Love Hangover. I'll Be There com o Trey Lorenz foi emocionante como sempre,Obsessed levantou geral e a música da década nos EUA, We Belong Together, emocionou os corações apaixonados! Mas os momentos mais marcantes ainda estavam por vir...

Mariah anunciava a musica de maior sucesso de sua carreira e, nos primeiros acordes, a multidão emocionada cantava Hero. E eis que em meio à apresentação, o público resolve homenagear a cantora e solta uma série de balões brancos, que voam pelo estádio enquanto a canção ecoa na mente e no coração de cada uma delas. 

Emocianada, Mariah deixa o palco e volta em seguida, anunciando a última canção da noite, que é especial para ela: I Want To Know What Love Is ficou 27 semanas conscutivas no topo das paradas brasileiras, um recorde não só brasileiro, mas mundial. E os fãs, mais uma vez, se mostraram um espetátulo a parte, surpreendendo a cantora com pulseiras de neon. Um momento mágico!

E assim, Mariah deixou o palco em direção ao seu país de origem, deixando pra trás também milhares de corações órfãos, ansiosos pelo seu regresso.

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